Pode seguir?
Filtros de restrição e risco classificam a elegibilidade territorial.
Elegibilidade territorial, mérito técnico-territorial e ajuste do projeto: três leituras independentes e complementares para formar uma decisão tecnicamente defensável.
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Primeiro se verifica se o projeto pode seguir. Depois se mede seu mérito territorial. Por fim, ajusta-se a prioridade conforme as condições reais do projeto.
Filtros de restrição e risco classificam a elegibilidade territorial.
A favorabilidade mede necessidades e vantagens técnico-territoriais.
Ajustes finos incorporam maturidade, execução, governança e riscos.
Restrições segregam; riscos geram ressalvas e podem alimentar a Fase 3. Não produz ranking.
Extrai da superfície homologada um score espacial normalizado para cada projeto.
Pondera maturidade, viabilidade, governança, riscos e outros atributos intrínsecos.
As fases podem ser executadas isoladamente ou combinadas; resultados individuais nunca devem ser apagados pela síntese.
Trata impedimentos, conflitos e ressalvas territoriais. A resposta é prioritariamente categórica: restringir, admitir com ressalva ou admitir.
Mede continuamente as vantagens e necessidades do território e da rede. A resposta é um score comparável entre 0 e 1.
Considera maturidade, custo, prazo, governança e riscos próprios do projeto. Ajusta o mérito sem substituir a leitura territorial.
| Pergunta de classificação | Se a resposta for “sim” | Etapa | Tratamento |
|---|---|---|---|
| A ocorrência pode impedir ou segregar o projeto? | É uma condição territorial excludente. | Filtros | Restrição; funciona como gate, não como nota compensável. |
| A ocorrência exige atenção, mas não impede? | É exposição territorial relevante. | Filtros | Risco; gera ressalva e pode virar penalidade nos ajustes finos. |
| O valor existe no território ou na rede antes do projeto? | Pode ser medido por localização, corredor ou área de influência. | Favorabilidade | Superfície/indicador normalizado e extraído para o projeto. |
| O valor só existe porque o projeto foi definido? | Depende de escopo, orçamento, prazo, licenciamento ou governança. | Ajustes finos | Atributo normalizado e ponderado no nível do projeto. |
| O fator mistura território, rede e projeto? | É híbrido e deve ser decomposto. | Mais de uma | Cada componente entra uma única vez, com rastreabilidade. |
| Família no catálogo inicial | Exemplos | Produto gerado | Por que vai para essa etapa |
|---|---|---|---|
| Impedimentos e conflitos espaciais | área protegida, terra indígena, conflito socioambiental, área sensível | camadas consolidadas de restrição e risco | A incidência espacial precede a pontuação e pode alterar a elegibilidade. |
| Condições locacionais em grade | massa econômica, desigualdade regional, vulnerabilidade | rasters normalizados de favorabilidade | Variam continuamente no espaço e podem ser agregadas pela geometria do projeto. |
| Desempenho e conectividade de rede | VDM, saturação, acidentes, tempo, acessibilidade, integração intermodal | indicadores de segmento/corredor incorporados à favorabilidade | Dependem da topologia e do fluxo da rede, não de simples presença territorial. |
| Atributos intrínsecos | CAPEX, maturidade, prazo, fonte de recurso, pendências, apoio institucional | tabela normalizada de ajustes finos | Não existem como superfície; pertencem ao projeto e à capacidade de execução. |
| Fatores híbridos | população beneficiada, competitividade, emissão evitada, conexão regional | indicador derivado no nível do projeto | Exigem combinar localização, rede e escopo antes da ponderação. |
As nove dimensões do catálogo — técnica, financeira, econômica, social, segurança, ambiental, territorial, institucional e risco — organizam o tema. Elas não determinam sozinhas a etapa; quem determina é a natureza da variável derivada.
A configuração de portfólio exige um snapshot confirmado de objetos. Ao ser criada, a mesma transação move os objetos de apta para em_hierarquizacao.
O recorte é persistido em JSON, permitindo filtros diferentes sem cristalizar uma coluna para cada hipótese.
| Classe | Onde é calculada | Exemplos | Papel |
|---|---|---|---|
| Grade | Superfície contínua | massa econômica, prioridade social | favorabilidade locacional |
| Rede | Segmentos, nós, corredores e OD | VDM, saturação, acidentes, acessibilidade | desempenho/conectividade |
| Projeto | Atributo intrínseco | CAPEX, maturidade, prazo, pendências | viabilidade e execução |
| Híbrido | Localização + rede + escopo | população beneficiada, conflito ambiental | efeito contextual do projeto |
Dimensão, critério, premissa, relação, métrica, fonte e obrigatoriedade.
Construir uma matriz quadrada e recíproca com a importância relativa dos critérios.
Calcular a média geométrica de cada linha e normalizar o vetor para soma igual a 1.
No backend, o motor AHP é a fonte da verdade. Os artefatos de configuração preservam matriz, critérios, pesos e métricas para reprodução futura.
O IA depende da ordem da matriz. O sistema possui índices de Saaty para matrizes de 1 a 10 critérios.
RC < 0,10
A configuração só pode ser homologada quando estiver calculada e consistente. A regra existe no serviço e como restrição do banco.
calculada ≠ homologadaParticiona sobreposições e preserva os atributos de origem, permitindo explicar qual fonte, fundamento, severidade e área afetaram cada projeto.
Atributos iguais recebem prefixo da fonte, como funai_ti__nome, sem sobrescrever campos de controle.
É uma ocorrência com fundamento legal, regulatório ou técnico capaz de impedir, segregar ou exigir tratamento excepcional para a implantação.
Exemplos: terra indígena e unidade de conservação de proteção integral, quando a regra homologada as classificar como incompatíveis com o projeto analisado.
Efeito: o projeto fica restrito; uma nota alta em outra dimensão não compensa o impedimento.
É uma condição que não proíbe automaticamente o projeto, mas pode aumentar custo, prazo, impacto, incerteza ou necessidade de mitigação.
Exemplos: suscetibilidade a inundação, área contaminada, zona de amortecimento, instabilidade geotécnica e interferência com infraestrutura existente.
Efeito: o projeto fica apto_com_ressalva; o risco é descrito e pode ser quantificado na Fase 3.
| Critério/camada | Uso provável | Fonte institucional candidata | Tratamento |
|---|---|---|---|
| Unidades de conservação | restrição ou risco por categoria/zona | DataGEO/SEMIL e CNUC/ICMBio | filtrar categoria; aplicar zona ou buffer homologado |
| Terras indígenas | restrição conforme situação jurídica e regra | dados geoespaciais e GeoServer da Funai | preservar fase administrativa, portaria e atualização |
| Áreas contaminadas | risco ambiental e de custo | CETESB, disponibilizada também no DataGEO | considerar classificação/situação e distância de influência |
| Inundação e processos geológicos | risco climático/geotécnico | SP Águas/ANA, Defesa Civil, IPT e bases estaduais homologadas | severidade, recorrência, suscetibilidade e área afetada |
| Zoneamento e áreas sensíveis | restrição, risco ou alerta | DataGEO, ZEE-SP e planos municipais oficiais | interpretar norma vigente para a tipologia do projeto |
| Servidões e infraestrutura existente | risco de interferência | concessionárias, operadores e cadastros patrimoniais | faixa de domínio/segurança e conflito geométrico |
“Fonte candidata” significa origem a ser validada pelo responsável técnico. Autoria, licença, escala, completude, vigência e data de atualização precisam constar nos metadados antes da homologação.
Sai do ranking ordinário ou aparece em bloco separado. Inclusão forçada exige exceção registrada.
Permanece no ranking; ocorrências podem virar critérios penalizadores na Fase 3.
Segue para as fases selecionadas sem ressalva territorial preliminar.
Distância, kernel, custo, interpolação, rasterização, rede ou operador homologado.
Preserva a unidade original: metros, minutos, densidade, toneladas ou índice.
Reescala para 0–1; relações negativas são invertidas após a transformação.
Combina superfícies pelos pesos AHP e gera a favorabilidade final.
NoData obrigatório bloqueia a homologação; critérios opcionais exigem regra explícita de preenchimento ou reponderação.
É uma grade raster contínua. Cada célula recebe valor entre 0 e 1 que representa quão favorável é aquela localização segundo critérios normalizados e ponderados.
Exemplo: uma célula próxima a polos logísticos, em região socialmente prioritária e com alta massa econômica pode receber 0,82; outra, distante e pouco atendida pelos critérios escolhidos, 0,31.
Não precisa nascer de imagem de satélite: pode resultar de distâncias, densidades, dados municipais, interpolação e álgebra de mapas.
É calculado respeitando conexões e percursos reais da infraestrutura. Mede fluxo, saturação, tempo, segurança ou acessibilidade.
Exemplo: um trecho pode ter VDM alto, relação volume/capacidade crítica e 12 acidentes graves por 100 milhões de veículos-km; outro trecho conectado ao mesmo município pode ter desempenho oposto.
O indicador pode ser agregado ao corredor do projeto ou convertido em superfície somente depois do cálculo topológico.
| Critério | Representação | Fonte institucional candidata | Variável derivada |
|---|---|---|---|
| Demanda e saturação | rede | DER-SP, ARTESP, DNIT, concessionárias e estudos de tráfego | VDM, V/C ou nível de serviço por segmento/corredor |
| Segurança viária | rede/superfície derivada | DER-SP e Infosiga/Dados Abertos SP | acidentes graves por exposição e concentração de pontos críticos |
| Acessibilidade logística | rede | malhas oficiais e cadastros de portos, aeroportos e terminais | tempo/custo mínimo até polos e ganho de conectividade |
| Prioridade social | superfície | IBGE e Fundação Seade | índice territorial pelo inverso de renda, IDH ou atendimento |
| Massa econômica | superfície | IBGE, Seade e bases setoriais homologadas | empregos, produção ou PIB agregados à célula/área de influência |
| Integração intermodal | rede/híbrido | operadores e órgãos gestores de cada modo | número/qualidade de conexões e redução do custo generalizado |
A lista é orientadora. A rodada deve registrar cobertura, ano-base, unidade, resolução, direção do critério, método de normalização e compatibilidade entre fontes.
Valor da célula que contém a localização representativa do projeto.
Média ponderada por extensão, estatística por trecho ou buffer tecnicamente definido.
Média, mediana, mínimo, máximo ou percentil zonal, com método registrado.
| Tipo | Transformação | Exemplo |
|---|---|---|
| Numérico maior é melhor | (x − mín) / (máx − mín) | benefício/custo |
| Numérico menor é melhor | 1 − normalizado | prazo, risco, custo |
| Booleano | 0 ou 1 conforme direção | fonte assegurada |
| Ordinal | escala homologada | ideia 0,2 → executivo 1,0 |
| Categórico | tabela de conversão | situação fundiária |
Riscos detectados na Fase 1 podem entrar aqui como critérios de direção menor é melhor.
| Critério | Onde encontrar | Conversão possível |
|---|---|---|
| Maturidade técnica | cadastro do projeto, estudos e projetos básico/executivo | escala ordinal: ideia → estudo → básico → executivo |
| Prazo e custo | cronograma, orçamento, CAPEX/OPEX e estudos de viabilidade | normalização menor é melhor ou por meta homologada |
| Fonte de recurso | PPA, orçamento, convênio, concessão ou instrumento financeiro | não identificada → prospectada → identificada → assegurada |
| Licenciamento e situação fundiária | processos administrativos, licenças, anuências e cadastro patrimonial | status ordinal e penalidade por pendências críticas |
| Governança e dependências | acordos, responsáveis, predecessores e obras associadas | índice de prontidão/complexidade institucional |
| Riscos herdados | interseções e relatórios produzidos na Fase 1 | severidade × exposição × capacidade de mitigação |
Bloqueia a Fase 3 para o projeto até correção ou decisão metodológica explícita.
Pode ser ignorado com renormalização local dos pesos, desde que isso apareça no relatório.
O score da Fase 3 fica indisponível; o projeto conserva os resultados das fases válidas.
score_final = score_fase2 + ajuste_fase3, com teto e piso para impedir que fatores secundários desfaçam o ranking técnico.
Exibir ranking de cada fase, ranking final e contribuição responsável por cada mudança de posição.
Seleciona uma configuração AHP de portfólio homologada e cria a rodada.
Seleciona demandas elegíveis dentro do grupo comparável e congela a lista.
Atribui de 0 a 10 para cada objeto em cada critério.
Normaliza pontuações, pondera critérios e ordena scores.
Gestor confirma e publica o resultado calculado.
Na navegação, as cinco etapas são agrupadas em três macrofases operacionais: configuração/objetos, avaliação e ranking/homologação. Elas não devem ser confundidas com as Fases metodológicas 1, 2 e 3 espaciais.
1 / número_de_projetos; quando todas são zero, a contribuição é zero.| Critério | Peso | Projeto A | Projeto B | Projeto C |
|---|---|---|---|---|
| Benefício territorial | 0,50 | 9 → 1,00 | 6 → 0,40 | 4 → 0,00 |
| Maturidade | 0,30 | 5 → 0,00 | 8 → 1,00 | 6 → 0,33 |
| Segurança | 0,20 | 7 → 0,50 | 9 → 1,00 | 5 → 0,00 |
| Score ponderado | 1,00 | 0,60 | 0,70 | 0,10 |
| Posição | — | 2º | 1º | 3º |
Valores após a seta são normalizados dentro do conjunto da rodada. O exemplo arredonda 1/3 para 0,33.
| Responsabilidade | Persistência principal | Conteúdo |
|---|---|---|
| Configuração AHP | ahp.config_multicriterio_portfolio | universo, critérios, matriz, pesos, λmax, IC, IA, RC, artefatos e homologação |
| Hierarquização | hierarquizacao_demandas.hierarquizacao_portfolio | objetos, julgamentos, pesos locais, contribuições, ranking e homologação |
| Auditoria | auditoria.log_sistema | INSERT, UPDATE e DELETE com estado anterior, novo estado e origem |
A homologação da hierarquização exige perfil de gestor e só ocorre se já houver ranking calculado.
| Situação | Capacidade | Leitura correta |
|---|---|---|
| Implementado | Configuração AHP, consistência e homologação | serviços, API e tabelas são fonte da verdade |
| Implementado | Seleção de objetos, notas, cálculo e ranking | assistente de cinco etapas em produção local |
| Implementado | Bibliotecas de camadas homologadas | as Fases 1 e 2 consomem somente snapshots homologados e versionados |
| Implementado | Execução Fase 1 → Fase 2 → Fase 3 | as fases são independentes e podem ser selecionadas por rodada |
| Implementado | Síntese ponderada entre score_fase2 e score_fase3 | o motor segrega restritos e registra pesos, contribuições e justificativas |
Restrições segregam; riscos geram ressalvas. Não produz ranking.
Extrai da superfície homologada um score espacial normalizado.
Pondera maturidade, viabilidade, governança, riscos e atributos intrínsecos.